Sergio Ramos abriu as portas do Real Madrid para Neymar. “Gosto de ter os melhores e Neymar é um deles. Talvez é um pouco mais fácil passando pelo PSG primeiro que do Barça para o Santiago Bernabéu diretamente. Nunca se sabe, o futebol dá muitas voltas”, disse o espanhol à Cadena SER.

Dias depois, Casemiro e Dani Ceballos fizeram o mesmo que o zagueiro: elogiaram Neymar e o convidaram, direta ou indiretamente, para vestir a camiseta madridista.

Nesse sentido, a Goal repassa o que o talentoso brasileiro do PSG fez com as cores do Barça cada vez que enfrentou o clube do estádio Santiago Bernabéu.

Será que foi isso que o tornou querido pelo plantel do clube da capital espanhola?

Neymar jogou El Clásico pela 1ª vez em 26 de outubro de 2013 e ele fez isso de forma importante no Camp Nou. Gol e assistência a Alexis Sánchez para o 2-1 dos catalães. Ele foi substituído aos 84 minutos de um compromisso em que ele deu um aviso para Sergio Ramos, que lhe deu dois golpes em menos de 30 segundos com 0 a 0 no placar.

O segundo chegou em 23 de março de 2014, quando ele não marcou e nem deu passe na vitória do Barça por 4 a 3 no Santiago Bernabéu, com um hat-trick de Leo Messi. Dos oito clássicos que ele participou (todos por La Liga, exceto um da Copa del Rey), esse foi o que mais tentou dribles: 14, completando apenas 3.

A partida seguinte contra o rival eterno foi em 16 de abril de 2014, quando se encontraram para a final da Copa del Rey. No Mestalla, os brancos ganharam 2 por 1 com gols de Di María e Bale. Bartra tinha empatado para um Barcelona no qual Neymar não ajudou: o brasileiro passou sem gols no Mestalla, sem assistências, sem tentar driblar e sem faltas em 90 minutos. Foi o seu pior clássico.

No dia 25 de outubro do mesmo ano chegou sua quarta partida contra os merengues. Sergio Ramos estava presente, como nos sete restantes que disputou o craque do Brasil. Naquela tarde, o defensor não bloqueou o longo passe do debutante Luis Suárez para Neymar, que recuou para o centro e assinou um grande gol para a parte no 1 a 0 na capital. O Real Madrid aumentaria e ganharia por 3 a 1.

Já em 2015, no dia 22 de março, ‘Ney’ voltaria a comemorar contra o Real Madrid: ele vencia por 2 a 1 no Camp Nou, mas desta vez ele não marcou ou participou. Ele foi substituído por seu compatriota Rafinha com cinco minutos para o final de seu segundo clássico com mais tentativas de drible (12, 8 deles de bom).

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